quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Absolutismo em Portugal

Luís XIV


Luís XIV




Luís XIV nasceu a 1 de Setembro de 1638, e faleceu a 5 de Setembro de 1715. Durante o seu reinado ficou conhecido como "Rei Sol" pela sua excentricidade e luxo da sua corte. Foi considerado um paradigma do absolutismo, e o palácio de Versalhes construído a seu mando, tornou-se o paradigma da corte real. 
O seu reinado ficou marcado pelo florescimento da cultura, pois o rei tinha como objectivo tornar a França num modelo Europeu. 

Palácio de Versalhes (actualmente)
Na corte de Versalhes, tudo era encenado ao mínimo pormenor,quer a riqueza do vestuário quer a opulência dos banquetes serviam para o engrandecimento do monarca. E todos estavam dependentes dele.  


Fontes: Wikipédia, Livro "O Tempo Da História A" e apontamentos da aula. 

domingo, 28 de novembro de 2010

Introdução ao Absolutismo

O absolutismo foi um sistema político e administrativo que vigorou na Europa entre os séculos XVI e XVIII, integrado num período da história europeia conhecido por Antigo Regime. Este sistema consistia no poder absoluto do rei, isto é, o monarca concentrava em si todos os poderes e funções do estado (a politica, a justiça, a administração e a economia). Assim, com a centralização dos poderes numa só pessoa, a convocação das cortes passou a ser rara, ou até inexistente.
A sociedade encontrava-se estratificada e hierarquizada em 3 estados.

A legitimidade do poder supremo do rei era defendia por diversos teóricos, de um lado os racionalistas e do outro os que defendiam a origem divina do poder. Nicolau Maquiavel, Hugo Grotius e Thomas Hobbes defendiam o poder real como um meio para evitar o caos e a turbulência, e que o uso desse poder dependia da racionalidade dos monarcas. Por outro lado, Jean bodin defende a ideia de “Soberania não partilhada”, não podendo sofrer quaisquer restrições já que emanava de Deus, e acreditava que só a Ele o rei deveria “prestar contas”. Jacques Bossuet defendia a existência quatro de características principais no poder real, estas eram que o poder real é sagrado, pois é dado por Deus, é paternal, pois o monarca era visto como um pai perante os seus súbditos, é absoluto, pois o poder emana de Deus e só a Ele o rei deve prestar contas, e por fim, está submetido é razão, isto é, provem da razão/inteligência do monarca.